Um projecto da QGMI em Gana conduz uma série de estudos sobre elefantes

A QGMI está desenvolvendo no norte de Gana o projeto de reabilitação da estrada que liga a cidade de Bolgatanga com Bawku e Pulmakom. Desta forma, 109 km de estrada estão sendo asfaltados com um tratamento de dupla superfície para melhorar a qualidade de vida de mais de 750.000 pessoas, reduzindo o tempo de viagem entre estas cidades, facilitando o comércio e a movimentação de mercadorias e, consequentemente, estimulando o desenvolvimento econômico da região e melhorando as condições de saúde da população, uma vez que os hospitais também serão mais acessíveis.

A QGMI trabalha sempre de acordo com os principais padrões internacionais, tais como os Princípios do Equador e a IFC (International Finance Corporation), incluindo a realização de pesquisas de biodiversidade que ajudam a proteger habitats e espécies nas proximidades do projeto.

Após uma avaliação do impacto ambiental e social (ESIA-Environmental and Social Impact Assessment), descobriu-se que a proposta inicial do projeto passava por um corredor histórico de migração de elefantes, o Red Volta Corridor, através do qual os elefantes atravessam de Burkina Faso para o Togo via Gana e vice-versa. Após essas investigações, e a fim de continuar com os estudos socioambientais, a QGMI contratou a consultoria internacional Ramboll, que realizou uma análise na área onde a estrada deve ser construída.

Embora uma presença mínima de elefantes tivesse sido registrada na área nos últimos anos, o estudo promovido pela QGMI e Ramboll ampliou as investigações, analisando quais áreas do corredor de elefantes ainda estavam ativas, bem como a frequência de uso. Para detalhar as verificações necessárias, especialistas da Universidade de Ciência e Tecnologia Kwame Nkrumah (KNUST) coordenaram um estudo que avaliou a biodiversidade no ambiente do projeto, o qual revelou que agora há mais atividade de elefantes ao longo do RedVolta Corridor do que se sabia anteriormente. Uma notícia para comemorar, pois foi confirmado que os elefantes continuam a utilizar o corredor para suas migrações.

Atualmente, com o apoio da QGMI, a KNUST e a Ramboll continuam suas pesquisas no ambiente dos corredores com o objetivo de aprender mais sobre os elefantes que habitam a área. Através de amostras de DNA coletadas do esterco encontrado, planeja-se fazer uma classificação genética para ajudar a proteger os animais.

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